Curso online de Roteiro de TV — Carpintaria Teledramatúrgica —

CURSOS DE ROTEIRO DE NOVELA DE TV, EM UNIVERSIDADES 
E ESPAÇOS CULTURAIS, MINISTRADOS POR LEILA MÍCCOLIS

• Setº/1990: Workshop no Encontro Nacional de Arte e Cultura, org. União Brasileira de Escritores/SP e Prefeitura Municipal de Registro, Registro/SP;

• Abril/1991: II Congresso Latino-Americano de Casas de Poetas para alunos de 7ª e 8ª séries do 1º Grau, além das 1ª, 2ª e 3ª séries do 2º Grau do Colégio Aparecida, Nova Prata/RS;

• Maio/1991: Centro Cultural Cândido Mendes/RJ;

• Maio e Junho/1991: Faculdade de Comunicação Hélio Alonso/RJ;

• Agosto/1991: Editora Edicon/SP, duas turmas (manhã e tarde);

• Novº/1991: Editora Edicon/SP, duas turmas (manhã e tarde);

• Setº/1992: Faculdade do Estado do Piauí (FADEP), Teresina/PI;

• Outº/1992: Universidade Federal do RN, Natal/RN;

• Junho/1993: Editora Blocos, RJ;

• Setº/1996: Casa de Cultura do Butantã (Secretaria de Cultura), SP;

• Maio/2005: Mini-curso “Oficina de texto novelístico-televisivo e a experiência em Kananga do Japão”. dentro do Simpósio “Poesia e Pensamento II - A Arte em questão: as questões da arte”, UFRJ, RJ;

• Junho/2005: II Simpósio de Pós Graduação em Ciência da Literatura. Comunicação “Novela de televisão: literatura? As narrativas contemporâneas”. Linha de pesquisa: arte, artifício e transdisciplinaridade. Ementa: Pode a novela de televisão, texto tão desprestigiado por intelectuais e críticos literários, ser considerada como literatura? Por quê não? Por quê sim? Causas do desprestígio do gênero. As possibilidades do texto novelístico-televisivo em uma Faculdade de Letras. O folhetim de Joyce: o work in progress de Finnegans Wake e a obra aberta. A literalidade de um roteiro. O texto televisivo-novelístico e o envolvimento com as questões da pós-modernidade.

• Agosto a outubro/2005: Curso de extensão da UFRJ (duração de três meses): “Novela de TV – teoria e práxis do texto telenovelístico”. Ementa: Pode a novela de televisão, texto tão desprestigiado por intelectuais e críticos literários, ser considerada como literatura? Por quê não? Por quê sim? Causas do desprestígio do gênero. As possibilidades do texto novelístico-televisivo em uma Faculdade de Letras. O folhetim de Joyce: o work in progress de Finnegans Wake e a obra aberta. A literalidade de um roteiro. O texto televisivo-novelístico e o envolvimento com as questões da pós-modernidade. Oficina (em todas as aulas parte teórica e prática).

 

PELA INTERNET:

 Abril/maio 2000: “1º Curso on line" de roteiro de novela de televisão – teoria e prática, RJ. Carga horária: 45 horas.
 04 de junho/28 de julho/2001: “2º Curso on line” de roteiro de novela de televisão – teoria e prática, RJ. Carga horária: 96 horas.
 13 de agosto/28 de setembro 2001: "3º Curso online" de roteiro de novela de televisão – teoria e prática, RJ. Carga horária: 96 horas.
 05 de novembro/22 de dezembro/2001: “4º Curso on line de roteiro de novela de televisão – teoria e prática”, RJ. Carga horária: 96 horas.
 • 08 de abril/10 de maio/2002: “5º Curso on line de roteiro de novela de televisão – teoria e prática”, RJ. Carga horária: 96 horas.
 A partir de 2003, aulas individuais on line de roteiro de novela de televisão – teoria e prática.

 

LIVROS DE TV DOS QUAIS PARTICIPA:

 “DICIONÁRIO DA TV GLOBO” – Programas de Dramaturgia & Entretenimentos, Projeto Memória das Organizações Globo. Jorge Zahar Editor, RJ. Citação no vol. 1, 2003.

 “ENQUANTO HOUVER DANÇA: BIOGRAFIA DE MARIA ANTONIETTA GUAYCYRÚS DE SOUZA, A GRANDE DAMA DOS SALÕES”, de Teresa Drummond, Ed. Bom Texto, RJ (depoimento sobre Maria Antonietta, em Kananga do Japão, fls. 201), 2004.

 Na WEB , na área de TV, manteve a coluna: “TVez”, no site Roteiros On line e consta da Calçada da Fama, de Dirce, dE O Globo.